Reflexão sobre o Salmo 135: Louvai ao Senhor, Porque Ele é Bom!
O Salmo 135 é um hino vibrante de louvor, uma convocação para que todos os servos de Deus celebrem a Sua bondade, a Sua grandeza e as Suas poderosas obras na história. É um cântico que nos lembra da incomparabilidade do nosso Deus em contraste com a futilidade dos ídolos. A mensagem do Salmo 135 é um convite para que nossa adoração seja fundamentada na verdade de quem Deus é e no que Ele fez.
Um Chamado Universal ao Louvor
O salmo começa com um chamado triplo ao louvor: "Louvai ao Senhor! Louvai o nome do Senhor; louvai-o, servos do Senhor". Este é um convite direto e urgente para todos aqueles que servem a Deus. E a razão para esse louvor é simples e profunda: "Porque o Senhor é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável". O louvor é uma resposta natural à bondade intrínseca de Deus e à beleza de Seu nome.
O salmista então declara a grandeza de Deus: "Pois eu sei que o Senhor é grande e que o nosso Senhor está acima de todos os deuses". Ele é o Deus que faz "tudo o que lhe agrada" nos céus, na terra, nos mares e em todos os abismos. Ele controla a natureza, desde as nuvens e os relâmpagos até o vento.
O Deus que Faz Tudo o que Lhe Agrada
A grandeza de Deus não é apenas teórica; ela é demonstrada em Suas obras na história. O salmista relembra os poderosos atos de Deus em favor de Israel:
- No Egito: Ele feriu os primogênitos do Egito, tanto de homens quanto de animais.
- No Êxodo: Ele enviou sinais e prodígios contra o Faraó e seus servos.
- Na Conquista: Ele feriu grandes nações e matou reis poderosos, como Seom, rei dos amorreus, e Ogue, rei de Basã.
- Na Herança: Ele deu a terra deles como herança a Israel, Seu povo.
O significado do Salmo 135 é que ele nos lembra que Deus é um Deus ativo, que intervém na história para cumprir Seus propósitos e para defender Seu povo. Seu nome e Sua memória permanecem "de geração em geração".
Os Ídolos: Mãos que Não Apalpam, Pés que Não Andam
Em contraste com o Deus vivo e ativo, o salmista descreve a futilidade dos ídolos das nações. Eles são feitos de "prata e ouro", obra das mãos humanas. E, como no Salmo 115, ele lista suas deficiências:
- "Têm boca, mas não falam."
- "Têm olhos, mas não veem."
- "Têm ouvidos, mas não ouvem."
- "Nem há fôlego algum nas suas bocas."
A advertência é clara: "Semelhantes a eles sejam os que os fazem, e todos os que neles confiam". Aqueles que confiam em coisas mortas se tornam como elas: sem vida, sem poder, sem capacidade de agir ou de responder.
O salmo termina com um chamado renovado para que as casas de Israel, Arão e Levi, e todos os que temem ao Senhor, bendigam ao Senhor. E a bênção final vem de Sião: "Bendito seja o Senhor desde Sião, que habita em Jerusalém. Louvai ao Senhor!".
O Salmo 135 é um convite para que nossa adoração seja informada pela verdade. Que possamos hoje louvar ao Senhor por Sua bondade intrínseca, por Sua grandeza incomparável e por Suas poderosas obras na história. Que não coloquemos nossa confiança em ídolos vazios, mas no Deus vivo que faz tudo o que Lhe agrada. Que nossa vida seja um cântico contínuo de louvor ao Seu nome, desde agora e para sempre.